GUIDE_LAND 3

O QUE É O GUIDE_LAND

É um curso exclusivo de Cirurgia Oral Guiada. Tem um formato b-learning, ou seja, com uma componente inicial online para introduzir temas e técnicas de planeamento específicas e uma componente clínica totalmente prática, em que os seus participantes têm a oportunidade de tratar pacientes utilizando conceitos, técnicas e dispositivos desenvolvidos no âmbito da cirurgia totalmente guiada.


COMO SE ORGANIZA

A componente teórica do curso será dada numa sessão online prévia, sendo que os formandos serão convidados a fazer a sua própria pesquisa bibliográfica sobre os temas que tocam esta área, com orientação.
Dessa forma manter-se-á algum componente científico importante para suportar as técnicas aprendidas na literatura, sem comprometer o formato eminentemente clínico do curso. A sessão online também se focará em dominar com nível básico as ferramentas abertas de planeamento 3D. Para além disso será explanado todo o processo da colheita de dados, passando pelo planeamento, produção e acabando no procedimento cirúrgico. Esta fase é fundamental para compreender o ciclo de diagnóstico que antecede cada caso clínico a ser intervencionado na fase presencial do curso.


CORPO DOCENTE

João Fonseca

André Macedo

Mário Afonso


Local a anunciar em breve!


Maio de 2023


O curso tem 6 vagas.


6000 Euros (alimentação incluída).


João Fonseca, André Macedo, Mário Afonso


1 aula online de 6 horas.


4 dias intensivos de cirurgias guiadas.


Cirurgias inteiramente realizadas pelos participantes.


Formato b-learning inovador e exclusivo.


Briefing pré-operatório e acompanhamento pós-operatório dos casos operados.


Curso totalmente em português.

OBJECTIVOS DO CURSO

  1. Conhecer as tecnologias que são o substrato do conjunto de técnicas preconizadas no curso: radiologia 3D, scaneamento óptico e impressão 3D.
  2. Entender a base de funcionamento das ferramentas abertas de desenho 3D o suficiente para efetuar tarefas simples que auxiliem na fase de diagnóstico e planeamento, de forma a criar uma linguagem comum com um laboratório ou centro de planeamento.
  3. Perceber como funciona o fluxo de trabalho digital, desde a captação de imagem, passando pela correlação virtual dos dados, planeamento 3D, produção de dispositivos por esterolitografia, culminando na aplicação dos mesmos no paciente.
  4. Compreender como funciona uma guia cirurgica: o que é, como se classifica, de que tipos existem, que componentes a constituem, como se processa o seu planeamento, como se utiliza e como se insere no dia-a-dia da prática clínica.
  5. Introduzir um protocolo satisfatório para arcadas totais. Compreender como pode variar o desenho e sequência de guias em fluxo de arcadas totais com carga imediata. Saber identificar casos-tipo e agrupá-los de acordo com a colheita de dados que necessitam, bem como o tipo de guias mais adequado para cumprir o objetivo do tratamento.
  6. Conhecer pelo menos 2 kits cirurgicos de colocação guiada de implantes. Os 2 kits refletem filosofias e tecnologias diferentes dos instrumentos cirúrgicos e serão esmiuçados quanto à sua aplicação, função e limitações. Serão executadas cirurgias utilizando diferentes kits para maximizar o conhecimento e estratégias de resolução de problemas.
  7. Organizar a mesa cirúrgica adequadamente para uma cirurgia guiada: saber que componentes adquirir e como os optimizar, como verificar instrumentos e sua funcionalidade na guia antes da cirurgia, confirmar a organização de intrumentos cortantes de forma a não criar erros de protocolo cirúrgico.
  8. Adquirir estratégicas clínicas para minimizar erros de posicionamento durante a colocação guiada de implantes. Conhecer os métodos e técnicas para garantir a ausência relevante de desvio angular dos implantes colocados: técnicas referentes ao processo de planificação em software e impressão 3D. Garantir que a aplicação dessas técnicas durante o planeamento são acompanhadas de mecanismos de redundância e confirmação objetiva de bom assentamento e funcionalidade adequada no paciente.
  9. Introduzir procedimentos guiados para cirurgias de regeneração tecidular de tecido duro e mole. Entender como se planeiam no software e como esse planeamento terá que ter em conta o acesso cirúrgico, a técnica regenerativa preconizada e o resultado pretendido.
  10. Compreender a importância de usar modelos impressos por Esterolitografia para simular e conhecer a anatomia local do paciente a operar.
  11. Aprender a combinar Cirurgia Guiada de implantes com Cirurgia Regenerativa de tecidos duros e moles.
  12. Saber avaliar resultados pós-operatórios. Ganhar confiança de forma a implementar a Cirurgia Guiada como um processo de rotina no fluxo de planeamento e tratamento do paciente.